O Museu dos corações partidos

Museu Croácia ZagrebParece até piada de mau gosto, mas não é! Nas minhas navegadas tarde da noite, procurando mais dicas de lugares “lado B” porém incríveis nos países que visitaremos, dei de cara com este post das meninas do Donde Estás Corazón?

O museu fica na Croácia, em Zagreb (ahhhh, não passaremos por lá…) e reune uma série de objetos os quais são resquícios de romances que terminaram. Um pouco melancólico, mas ao mesmo tempo a evidência inexorável de que nosso coração bate mesmo sangrando, né?

Mas me diga: você visitaria?

Foto: Tumblr, edição NRNJ
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Sábado é dia de cair na estrada

Sábado é dia de cair na estradaOba! Hoje é dia de cair na estrada com meu amor! Ainda não te contei, mas ele nasceu com rodinhas nos pés e este ano ele quer passar dos 50 países já visitados. Neste final de semana, vou acrescentar mais dois à minha lista: Áustria e Liechtenstein. Tem coisa melhor do que conhecer um lugar novo estando bem acompanhado, ou até pra conhecer gente nova? Dividir experiências, apaixonar-se pelo mesmo lugarzinho gostoso pra tomar um café, sentar na beira do lago e contemplar a paisagem, pegar o teleférico pra absorver a cidade vista lá do alto… eu adoro! É uma forma de trazer aquele “algo novo” tão necessário pra quebrar a rotina.

Dizem que viajar é o único entretenimento que você compra com a garantia de que vai ficar mais rico. Eu concordo!

E você? Também aproveita pra explorar o seu país (ou até mesmo o mundo) durante o final de semana?

Espero que você tenha um excelente sábado!

Foto: Pinklemonadedesign

A Teoria do Novelo de Lã

teoria novelo de lãHá algum tempo, fiz um post sobre uma técnica para paquerar alguém, chamada de Técnica do Tubarão. Hoje, o post é sobre a Teoria do Novelo de Lã. Você já ouviu falar?

Quem tem gato (o bichinho de estimação mesmo! rs) sabe que os felinos são independentes e voluntariosos. Eles não saem por aí fazendo o que você mandar de livre e espontânea vontade. No entanto, sempre dá pra “estimular” o comportamento do bichano. O melhor exemplo é observar o gatinho brincando com o novelo de lã. Se você deixa ele brincar à vontade com o novelo, ele vai achar interessante durante um tempinho e depois vai descartá-lo. Se você puxar o novelo e fazer com que o bichano tenha que persegui-lo, você vai entretê-lo por horas.

Tá, e o que isso tem a ver com relacionamentos? Muito! Dá pra comparar o comportamento do gato com o de uma pessoa de diversas maneiras. A primeira, mais óbvia, é a busca por aquilo que traz algum tipo de desafio.

Pra quem quer conquistar, isso significa que se você quer que o gatinho te ache interessante, não pode ficar lá disponível cem por cento do tempo, senão a brincadeira fica sem graça.

Pra quem já está em um relacionamento, é um bom lembrete de que brincar é gostoso e mantém o interesse aceso. Mas cuidado para não encarar isso como uma justificativa “fazer joguinhos”. Há mil e uma formas de se tornar mais interessante e fazer o mesmo com o relacionamento.

Em outras situações, como no final de um relacionamento ou até mesmo naqueles casos de paixão platônica, ficamos obcecados por uma pessoa que, na busca pelo afeto dela, deixamos de observar as outras pessoas que estão ao nosso redor e passamos a viver exclusivamente em função dela.

Nós somos o gato e aquela pessoa, o novelo. Quanto mais focamos no novelo, mais ele parece  fugir do nosso alcance. As linhas se desenrolam ou se embaraçam e ele vai desaparecendo à medida que lutamos por ele. A opção menos óbvia (e mais sensata) é  abandonar o novelo e se afastar. Somente com a distância é que conseguimos encontrar a ponta do novelo.

Seja como for, se a brincadeira começar a fazer mal e você acabar se vendo todo enrolado, basta se lembrar de cortar a linha.

Foto: Flickr

O divórcio e a felicidade

Divórcio e felicidade

Divórcio e felicidade são duas palavras que parecem incompatíveis, principalmente se o divórcio não acontecer por vontade própria. Como dar a volta por cima em um momento tão difícil?

A primeira coisa a fazer é dar tempo ao tempo. Respeite seus sentimentos e o ritmo do seu corpo para se recompor. Como falamos neste post, há uma série de etapas pelas quais passamos sem perceber ao sofrer uma perda. Talvez queimar alguma delas seja natura para você, talvez não. Respeite-se antes de mais nada.

Em segundo lugar, saiba que somos responsáveis pela nossa própria felicidade. Pode parecer uma frase batida, mas é uma verdade científica. Segundo Dan Gilbert, há dois tipos de felicidade: a natural e a sintética. A primeira é a que sentimos quando conquistamos exatamente o que queríamos. Quando nosso trabalho é bem recebido ou nosso time ganha um jogo, por exemplo. A segunda, alcançamos ao não conseguirmos o que queríamos. É um mecanismo do cérebro que faz com que sejamos tão ou mais felizes do que seríamos se tivéssemos conseguido o que desejávamos originalmente. Por exemplo, se o seu time nao ganhou o jogo, mas conseguiu se classificar para o campeonato.

É como aquela música dos Rolling Stones: “You can’t always get what you want – but if you try sometimes well you just might find / you get what you need”, que significa “você não pode sempre conseguir o que quer – mas se tentar, algumas vezes você pode conseguir o que precisa”.

Quando o divórcio acontece, é porque uma das partes não estava feliz. E, antes de fazer outra pessoa feliz, é necessário estar bem consigo mesmo. Ninguém consegue viver uma relação leve, saudável e companheira se não está feliz. O divórcio permite às duas partes encontrarem outras pessoas que as complementarão, mesmo que às vezes a dor seja tão grande que não permita enxergar um futuro alegre.

Se você está passando por dificuldades com o final de um casamento (ou de um relacionamento), lembre-se de que ser feliz (natural ou sinteticamente) cabe só a você. Quanto antes você retomar as rédeas da sua vida, mais cedo voltará a se sentir realizada(o). Não apegue-se a um relacionamento por medo ou insegurança.

O temor de não conseguir encontrar em outras pessoas um amor tão forte acontece por conta de outro mecanismo do cérebro, que nos leva a supervalorizar aquilo que não podemos mais ter, ou que está fora do nosso controle. Outra consequência trágica é se culpar pelo término da relação. Nesta hora, é natural focar a atenção no que aconteceu de errado, em como poderíamos ter agido diferente e fazer o outro mais feliz. Apesar deste tipo de reflexão ser saudável, a pergunta mais importante não é o que a outra pessoa queria, mas sim o que você queria do relacionamento e o que continua querendo para o próximo. Será que você estava realmente feliz e tirando o que gostaria desta união ou estava fabricando a “felicidade sintética” em superdoses? O fim da relação pode ser exatamente “o que você precisava”, sem que você soubesse.

Vale a reflexão.

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