A técnica do tubarão

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Recebi um pedido para escrever sobre as técnicas que os homens usam para conquistar o sexo oposto. Achei uma ótima idéia, até porque dessa forma você pode matar dois coelhos (ai, justo tão perto da Páscoa?) com uma cajadada só. Em primeiro lugar você vai ficar esperta quando estiver por aí fazendo papel de presa. Em segundo, porque se você estiver com espírito de caçadora, a fórmula mágica funcionará pra você também.

Como as técnicas são muitas e variam de pessoa pra pessoa, vou escrever mais de um post sobre esse assunto. Mas a primeira que eu queria dividir com você chama-se técnica do tubarão. Um dia, um amigo muito querido que fazia um super sucesso com a mulherada resolveu me contar qual era o seu segredo. Foi ele quem deu o nome à técnica que vou contar pra você agora.

Antes de mais nada, você sabe como o tubarão caça sua presa? “O tubarão se mistura com o fundo do oceano e espera pela presa (…) Assim que encontra uma refeição em potencial, o tubarão o ronda de certa distância, analisando a situação. Quando está pronto, move-se rapidamente, dando uma boa mordida antes que o animal perceba o que está acontecendo.”

Segundo o meu amigo, a melhor forma de não ser rejeitado é nunca chegar diretamente na pessoa que te interessa. O ideal é rodear a presa e fazer com que ela note a sua presença, no começo como se você não estivesse nem aí pra ela. A idéia é  dar a impressão de que foi ela quem te viu primeiro e não o contrário. Daí o tubarão analisa a presa pra tentar pegar dicas sobre quem ela é e como ela reage às situações. Ela é mais extrovertida? Que tipo de roupa ela está usando?

Depois ele vai se aproximando (fisicamente). Aos poucos vai chegando mais perto de onde a presa está, mas sem dar na cara. Vale até dar um esbarrãozinho sem querer, mas nesse momento ainda não pode abordar. Tem que fazer cara de paisagem pra dar certo. E de novo, tentar pegar trechos da conversa pra ver o que interessa a pessoa.

Daí você espera a sua presa sair do grupo (pra ir buscar uma bebida, ir ao toalete, pode ser o que for…) e é nesse momento que o tubarão dá o bote. E daí tem dois pontos:

1. a abordagem precisa ser alguma coisa criativa e que puxe assunto (vou contar mais sobre isso em outro post). Não pode simplesmente dizer “Nossa, como você é linda” ou coisas do tipo. Porque esse é o tipo de cantada que não leva a lugar nenhum. A resposta será “obrigado” e aí? Toca inventar algum outro assunto. Não. A primeira frase tem que ser instigante. Tem que exigir uma resposta. E é aí que vale toda a análise que o tubarão fez. Se a pessoa tem cara de quem viaja pra Paris todo ano, o tubarão chega e fala: “Desculpa… mas eu acho que te conheço. Você é a Maria, que mora em Paris? Eu estive lá no mês passado e acho te conheci na festa do João e da Ana, não foi?”. Maria, João e Joana são nomes que você tirou da cartola, claro. As mensagens que você quer transmitir são: primeiro – você parece alguém que mora numa cidade elegante; segundo – eu também viajo pra lá com freqüência. Temos algo em comum. Se a sua história tiver algum fundo de verdade (se você estava mesmo em Paris no mês anterior), melhor ainda.

2. Precisa ser confiante. Se a pessoa responder simplesmente “não”, você vai ter que puxar assunto, mas fingindo que seu único interesse é conversar.

É isso aí, pessoal. Espero que a dica seja útil!

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Uma resposta para “A técnica do tubarão

  1. Pingback: A Teoria do Novelo de Lã | Nem Romeu Nem Julieta

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